Google Drive permite hospedar páginas web

Traduzido de ALT1040

Recentemente Google anunciou que permitirá a desenvolvedores web compartilhar e visualizar páginas inteiras armazenadas dentro de suas contas de Drive, o serviço de armazenamento gratuito da companhia, que até então funcionava apenas como um disco virtual. Agora qualquer pessoa pode subir arquivos de extensão HTML, JavaScript e até CSS, para que depois de seguir alguns simples passos seja possível tornar pública a página principal e navegar como uma página web funcional.

Google Drive permite alojar páginas web

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10 funções do Google Chrome que provavelmente você não conhecia

Post adaptado de bitelia.com

Feliz 2013 a todos!
Depois de um pequeno descanso, vamos voltando com tudo!

Aproveitando que estou na onda do GWT (Google Web Toolkit… novidades em breve), vou compartilhar algumas dicas interessantes para se trabalhar com o browser da Google, o Chrome.

chrome

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Aprenda HTML5 e CSS3 com Thimble, o editor de Mozilla

Para quem acompanha o interessando mundo da famosa raposa vermelha (tudo bem, sabemos que na verdade se trata de um panda!), deve saber que o sistema operacional baseado em HTML da Mozilla está por chegar. Inclusive está disponível uma versão para testes (falaremos disso num próximo post). Em meio a várias  novidades, Mozilla lançou oficialmente Thimble, seu novo editor web. Ele funciona de forma muito parecida a algumas outras plataformas de aprendizagem que já mostramos aqui, porém com alguns detalhes interessantes.

 

Trata-se de um editor web com o objetivo de tornar muito fácil a tarefa de criar uma página web, inclusive para aqueles sem experiência como desenvolvedor. Toda a codificação é feita diretamente no browser, onde temos a tela dividida em duas partes. Do lado esquerdo você pode inserir e alterar o código web, e do lado direito as alterações são aplicadas em tempo real. O mais interessante é que caso digitemos algum código errado, Thimble nos avisa, indicando qual é nosso erro.

 

Outro diferencial é a capacidade de após criar seu código, poder publicá-lo com apenas um click. Simples assim!!!

Por fim existem vários exercícios de páginas exemplos em Thimble para que qualquer pessoa possa aprender os conceitos do desenvolvimento web com HTML5 e CSS3 (claro, alguns podem querer usar o Google Translator).

Vale a pena ter essa super ferramenta na sua barra de atalhos do browser e gastar algumas horinhas navegando pelas páginas de Thimble. Bom HTML!!!

Os Visionários da Tecnologia

Nestas duas semanas muitas coisas aconteceram no mundo da tecnologia. Tivemos mais um evento de lançamento de novos produtos da Apple, poucas semanas após o lançamento do iPhone 5. Agora para apresentar a nova linha de computadores Apple (como MacBook e iMac) e o tão comentado iPad mini. Vale lembrar que segundo consta, Steve Jobs sempre foi radicalmente contra um iPad de tamanho menor ao tradicional 10 polegadas. Pessoalmente acho interessantíssimo este lançamento, pois proporciona um maior leque de opções aos consumidores, claro sempre mantando o padrão de qualidade Apple, ponto máximo de seus produtos.

Esse aliás foi meu ponto de escolha para devolver meu tablet Motorola Xoom com Android e comprar um iPad. Pois é, eu juro que tentei usar o Android. Mas sinceramente não me pareceu intuitivo, era muito confuso. Sem falar que a versão do Android da época era a 3.1, ainda muito instável. Um dos pontos que justifica essa minha análise, por exemplo, foi que justamente comprei este tablet por ele aceitar a entrada de cartões de memória (além da memória interna do aparelho) o que era exatamente o que estava procurando, pois minha idéia era carregar no tablet as fotos tomadas com minha câmera  Qual não foi minha surpresa ao descobrir que mesmo o hardware tendo o suporte ao cartão de memória, o sistema operacional android não suportava!

Reclamações a parte, além do evento da Apple também tivemos na última semana o movimento do gigante adormecido. Chegou o tão esperado Windows 8 e com ele o Surface, primeira tentativa da história da Microsoft de desenvolvimento de seu próprio hardware. Ok, sabemos que a microsoft fabrica mouse, teclado e alguns outros periféricos. Aliás, foram alguns dos melhores mouses que já tive. Porém a mesmo nunca entrou no mercado de produção de PC´s, sempre tendo esta responsabilidade nas mãos de seus diversos parceiros. Ainda não tive a oportunidade de conhecê-lo, mas segundo alguns comentários aparentemente a Microsoft está no caminho certo.

Steve Jobs e Bill Gates

Me chamou muito a atenção a capa do caderno link de hoje do jornal O Estado de São Paulo onde falam justamente do atual momento destas duas empresas históricas, mais de 30 anos depois de serem fundadas. Com a morte de Jobs e a aposentadoria de Gates, ambas empresas tratam de seguir líderes num segmento cada vez mais competitivo (os coreanos estão chegando) e pelo menos por enquanto sinalizam ainda ter muita lenha para queimar.

Na reportagem foi citado o tão comentado encontro entre Steve Jobs e Bill Gates em 2007 na cidade de Carlsbad na Califórnia na conferência D5. Eles foram convidados para um debate onde se esperavam muitos ataques entre estes dois “concorrentes”, mas na verdade o que houve foi uma divertidíssima e histórica conversa entre dois velhos amigos universitários que criaram do nada uma nova indústria bilionária: a indústria da computação pessoal.

Deixo aqui alguns vídeos do YouTube onde podem rever a conversa entre estes homens históricos:

E para quem quer conhecer ainda um pouco mais sobre o mundo de Jobs, segue também um outro vídeo muito interessante. Trata-se da entrevista do escritor Walter Isaacson pelo programa da Tv Cultura, o Roda Viva em março deste ano. Walter Isaacson é o autor da biografia autorizada de Steve Jobs e esteve ao lado do líder da Apple nos seus últimos anos de vida.

Espero que tenham curtido o post. Um grande abraço a todos!

Utilizando o Google Charts – Parte 3: Gauges

Seguindo com nosso estudo da API de gráficos do Google, neste post vou demonstrar como utilizar um componente utilizado por 10 entre 10 desenvolvedores corporativos que trabalham com dashboard’s, o Gauge. Trata-se daqueles relógios, ou velocímetros, que server para criar indicadores de acompanhamento de metas ou indicadores que necessitam estar dentro de limites de controles.

São principalmente muito úteis na criação de painéis, pois fornecem diversas informações sobre um mesmo elemento, e mais do que isso, são visualmente muito bonitos e impactantes. Portanto se você também quer impressionar seu chefe, mãos a obra.

O primeiro passo é carregar o pacote ‘gauge‘, correspondente aos gráficos do tipo Gauge.

google.load('visualization', '1', {packages:['gauge']});

O seguinte passo é a definição dos dados do gráfico. Este tipo de gráfico possui duas informações básicas: O label, ou texto do gráfico e o valor do gráfico, que posicionará a ‘agulha’ do mesmo. Portanto o DataTable para este tipo de gráfico deve possuir apenas duas colunas, sendo a primeira o Label, e a segunda os Valores. É possível criar em um único gráfico, diversos ‘velocímetros’, criando portanto diversos gauges sobre o mesmo componente chart. Para isso cada linha do DataTable representará um gauge diferente.

var data = google.visualization.arrayToDataTable([
   ['Label', 'Value'],
   ['Memory', 80],
   ['CPU', 55],
   ['Network', 68]
]);

No caso acima, serão criados três Gauges, um exibindo a informação de Memória, o segundo CPU e o último Rede.

O último passo é a definição dos ranges (ou faixas) dos gráficos, e caso necessário, as faixas de cores do gauge.

var options = {
   width: 400, height: 120,
   redFrom: 90, redTo: 100,
   minorTicks: 5
};

No exemplo acima além das opções de altura e largura do gráfico, também é possível definir as faixas de valores para cada cor do gráfico, além do valor dos marcadores intermediários do mostrador dos Gauges.

Após as definições acima, basta apenas instanciar um novo componente chart e passar como parâmetro as informações de DataTable e options.

var chart = new google.visualization.Gauge(document.getElementById('chart_div'));
chart.draw(data, options);

Pronto! Nosso Gauge já está funcional!

Observação: O componente chart permite apenas um objeto de customização options. Portanto só é possível definir um valor para cada faixa de cor dos gráficos. Sendo assim se você necessita Gauges com distintos valores de faixas, será necessário criar distintos componentes chart e inserir cada um em uma respectiva <div>.

Abaixo o código completo do nosso exemplo. Não deixem de avisar caso tenham alguma dúvida. Abraços!

<html>
  <head>
    <script type='text/javascript' src='https://www.google.com/jsapi'></script>
    <script type='text/javascript'>
      google.load('visualization', '1', {packages:['gauge']});
      google.setOnLoadCallback(drawChart);
      function drawChart() {
        var data = google.visualization.arrayToDataTable([
          ['Label', 'Value'],
          ['Memory', 80],
          ['CPU', 55],
          ['Network', 68]
        ]);

        var options = {
          width: 400, height: 120,
          redFrom: 90, redTo: 100,
          yellowFrom:75, yellowTo: 90,
          minorTicks: 5
        };

        var chart = new google.visualization.Gauge(document.getElementById('chart_div'));
        chart.draw(data, options);
      }
    </script>
  </head>
  <body>
    <div id='chart_div'></div>
  </body>
</html>

Utilizando o Google Charts – Parte 2: Múltiplas séries e gráficos combinados

Dando continuidade ao uso do componente Google Charts vou abordar neste post dois tópicos: Como utilizar várias séries para exibir distintos valores no mesmo período e como combinar diferentes tipos de gráficos de uma só vez.

A opção de criar um gráfico com múltiplas séries é muito útil quando existe a necessidade de exibir mais de um valor para um mesmo período, por exemplo, a quantidade de vendas de diferentes produtos em cada mês ou a evolução nas pesquisas eleitorais de cada candidato semana a semana.

Para isso não existe a necessidade de realizar nenhuma alteração no código que já vimos no primeiro post. Apenas alteramos a fonte de dados do gráfico, no nosso caso o DataTable. Conforme explicado no post anterior, a primeira coluna do DataTable representa normalmente os períodos ou valores descritivos do gráfico, como por exemplo os meses de venda. As colunas seguintes representam os valores do gráfico, como a quantidade de produtos vendidos, sendo que cada coluna do DataTable criará uma nova série no gráfico.

Sendo assim um DataTable para um gráfico com múltiplas séries teria a seguinte estrutura:

var data = new google.visualization.DataTable();
data.addColumn('string', 'Região');
data.addColumn('number', 'Geladeira');
data.addColumn('number', 'Fogão');
data.addColumn('number', 'Microondas');
data.addColumn('number', 'Cafeteira');
data.addRows([
 ['Norte', 4, 6, 1, 1],
 ['Nordeste', 8, 7, 5, 2],
 ['Sul', 5, 7, 5, 4],
 ['Sudeste', 8, 6, 7, 6],
 ['Centro-Oeste', 6, 7, 3, 4]
]);

Abaixo o resultado obtido:

Para combinar diferentes tipos de gráficos, não utilizaremos a classe específica de cada tipo para inicializar o gráfico, mas sim a classe ComboChart, que nos permite realizar esta combinação.

Esta classe permite que seja definido o tipo de gráfico para cada série do DataTable, entre os seguintes tipos: line, area, bars, candlesticks and stepped area. Para configurar o tipo de gráfico da série se utiliza a propriedade seriesType e a propriedade series para especificar as propriedades de cada série individualmente.

Utilizando o mesmo DataTable acima, vamos acrescentar uma nova série chamadas Meta de Vendas:

var data = new google.visualization.DataTable();
data.addColumn('string', 'Região');
data.addColumn('number', 'Geladeira');
data.addColumn('number', 'Fogão');
data.addColumn('number', 'Microondas');
data.addColumn('number', 'Cafeteira');
data.addColumn('number', 'Meta de Vendas');
data.addRows([
 ['Norte', 4, 6, 1, 1, 4],
 ['Nordeste', 8, 7, 5, 2, 5],
 ['Sul', 5, 7, 5, 4, 5],
 ['Sudeste', 8, 6, 7, 6, 7],
 ['Centro-Oeste', 6, 7, 3, 4, 4]
]);

Em seguida se altera as opções de customização do gráfico para definir o tipo de cada série. Na propriedade seriesType vamos configurar como sendo “bars”, o que definiria que todas as séries padrões do gráfico serão do tipo barra, e na propriedade series vamos definir que a série de Metas de Vendas será do tipo “line”. Esta configuração é realizada através do número do índice da série dentro do gráfico, iniciando a contagem em zero. Neste caso o índice da série de Meta é 4.

var options = {
  'legend':'right',
  'title':'Vendas Por Região',
  'is3D':true,
  'width':700,
  'height':400,
  seriesType: "bars",
  series: {4: {type: "line"}}
};

Por último alteramos a classe instanciada para o tipo ComboChart.

var chart = new google.visualization.ComboChart(document.getElementById('chart_div'));

Abaixo o resultado final.

 

Espero que tenham gostado. Não esqueçam de se divertirem com o Google Playgound!
Abaixo o código completo do exemplo.

<html>
  <head>
    <!-- Carregando a API AJAX -->
    <script type="text/javascript" src="https://www.google.com/jsapi"></script>
    <script type="text/javascript">
    
      // Carregando a API Visualization e os pacotes de gráficos
      google.load('visualization', '1.0', {'packages':['corechart']});
      
      // Configurando o método que será executado quando a API for carregada
      google.setOnLoadCallback(drawChart);

      // Método onde será criado o DataTable,
      // configurado e inicializado o gráfico.
      function drawChart() {

	      // Criando o DataTable
	      var data = new google.visualization.DataTable();
			data.addColumn('string', 'Região');
			data.addColumn('number', 'Geladeira');
			data.addColumn('number', 'Fogão');
			data.addColumn('number', 'Microondas');
			data.addColumn('number', 'Cafeteira');
			data.addColumn('number', 'Meta de Vendas');
			data.addRows([
			 ['Norte', 4, 6, 1, 1, 4],
			 ['Nordeste', 8, 7, 5, 2, 5],
			 ['Sul', 5, 7, 5, 4, 5],
			 ['Sudeste', 8, 6, 7, 6, 7],
			 ['Centro-Oeste', 6, 7, 3, 4, 4]
		  ]);
	
	      // Opções de customização
		  var options = {
		    'legend':'right',
		    'title':'Vendas Por Região',
		    'is3D':true,
		    'width':700,
		    'height':400,
		    seriesType: "bars",
		    series: {4: {type: "line"}}
		  };
			
	      // Instanciando e desenhando o gráfico, passando algunas opções
	      var chart = new google.visualization.ComboChart(document.getElementById('chart_div'));
	      chart.draw(data, options);
	
	  }
    </script>
  </head>

  <body>
	<!-- Div onde será criado o gráfico -->
    <div id="chart_div" style="width:400; height:300"></div>

  </body>
</html>

Utilizando o Google Charts – Parte 1: Hello Charts

O Google Charts é uma poderosa ferramenta JavaScript para criação de diversos tipos de gráficos e que são facilmente implementados em páginas HTML, proporcionando uma excelente apresentação visual e que não requer instalação de componentes, uma vez que toda informação é processada pelo próprio Google.

Neste primeiro post abordarei a criação de um simples gráfico de pizza (ou torta, já que o nome em inglês é PieChart) mostrando como chamar a API, definir o tipo de gráfico e setar seus valores.

Para criar um gráfico são necessárias basicamente três bibliotecas: a API Google JSAPI, a biblioteca Google VIsualization e a biblioteca referente ao gráfico desejado. Estas bibliotecas podem ser carregadas utilizando as tags <script> na sua página HTML, da seguinte forma:

<!-- Carregando API JSAPI -->
<script type="text/javascript" src="https://www.google.com/jsapi"></script>
<script type="text/javascript">

  // Carregando a biblioteca Visualization e a biblioteca piechart
  google.load('visualization', '1.0', {'packages':['corechart']});
  google.setOnLoadCallback(drawChart);
  // ... criação do gráfico ...
</script>

O método load() possui os seguintes parâmetros:
‘visualization’: Carregando a biblioteca Google Visualization
‘1;0’: Versão atual da biblioteca
packages: lista com os nomes dos pacotes de gráfico desejados. O pacote ‘corechart’ é o mais básico, onde estão os gráficos do tipo pie, bar e column. Outros tipos de gráficos mais complexos fazem partes de outros pacotes, bastando apenas definir os pacotes desejados, como por exemplo o pacote de gráficos tipo tabela:

google.load('visualization', '1.0', {'packages':['corechart','table']});

A linha seguinte define qual método será chamado (drawchart) após a confirmação de resposta do google ao método load().

O próximo passo é definir o conjunto de dados para formar nosso gráfico. Para isso o pacote Visualization possui a classe DataTable que é uma tabela bidimensional, com linhas e colunas, onde cada coluna possui um tipo de dado, um ID opcional e um label opcional. Existem várias formas de se criar um DataTable e vamos explorar isso melhor em um próximo post.

Os dados no DataTable precisam estar organizados em um formato esperado pelo gráfico. Os gráficos mais simples como os tipos barra e coluna, necessitam de um tabela com no mínimo duas colunas, onde cada linha da tabela representará uma barra do gráfico. A primeira coluna da tabela sempre representará os textos descritivos do gráfico (ou seja, nosso eixo X no caso de um gráfico de colunas) e a segunda coluna representará os valores do gráfico (eixo Y no caso de um gráfico de colunas). Casa coluna adicional da tabela representaria uma distinta série em nosso gráfico, no caso de gráficos com múltiplas séries, mas isto também será tema de um futuro post.

A seguir um exemplo de código para popular um DataTable:

var data = new google.visualization.DataTable();
data.addColumn('string', 'Região');
data.addColumn('number', 'Filiais');
data.addRows([
  ['Norte', 3],
  ['Nordeste', 7],
  ['Sul', 12],
  ['Sudeste', 23],
  ['Centro-Oeste', 9]
]);

Todo gráfico pode ser customizado de diversas formas, e com os componentes do Google Charts não é diferente. Para configurar as customizações basta criar um objeto JavaScript com o nome e valor da propriedade desejada. Cada gráfico pacote possui uma série de propriedades e podem ser visualizadas na documentação dos gráficos, assim como as opções disponível para o PieChart. A seguir um exemplo de como definir a posição da legenda, o título do gráfico, opções de 3D e tamanho do gráfico.

var options = {
  'legend':'left',
  'title':'Vendas Por Região',
  'is3D':true,
  'width':400,
  'height':300
}

A respeito do tamanho do gráfico, podemos especificar esta propriedade em dois lugares: no HTML através do elemento <div>, ou nas opções do gráfico através do javascript. Se for especificado em ambos, o gráfico sempre vai tender a usar os tamanhos definidos no HTML, e se não for especificado, o gráfico pode não ser renderizado adequadamente.

O último passo é desenhar o gráfico. Para isso basta criar uma instância da classe do gráfico e executar o método draw(). Neste caso a classe utilizada é google.visualization.PieChart. O método construtor da classe do gráfico necessita de apenas um parâmetro, a referência ao elemento onde o gráfico será criado.

var chart = new google.visualization.PieChart(document.getElementById('chart_div'));

Portanto neste caso é necessário criar um elemento HTML (normalmente um <div>) e atribuí-lo um ID, para que este possa ser referenciado no construtor da classe. Finalmente basta executar o método draw(), que possui dois parâmetros. O primeiro é o DataTable, o objeto que contém os dados do gráfico, e o segundo é o objeto options, com as configurações de customização. O segundo parâmetro não é obrigatório.

Parabéns! Você acabou de criar seu primeiro gráfico utilizando o Google Charts Tools.

Abaixo está disponível o código completo (HTML e JavaScript) deste exemplo:

<html>
  <head>
    <!-- Carregando a API AJAX -->
    <script type="text/javascript" src="https://www.google.com/jsapi"></script>
    <script type="text/javascript">

      // Carregando a API Visualization e os pacotes de gráficos
      google.load('visualization', '1.0', {'packages':['corechart']});

      // Configurando o método que será executado quando a API for carregada
      google.setOnLoadCallback(drawChart);

      // Método onde será criado o DataTable,
      // configurado e inicializado o gráfico.
      function drawChart() {

	      // Criando o DataTable
	      var data = new google.visualization.DataTable();
		  data.addColumn('string', 'Região');
		  data.addColumn('number', 'Filiais');
		  data.addRows([
			['Norte', 3],
			['Nordeste', 7],
			['Sul', 12],
			['Sudeste', 23],
			['Centro-Oeste', 9]
		  ]);

	      // Opções de customizaçaõ
	      var options = {
			'legend':'left',
			'title':'Vendas Por Região',
			'is3D':true,
			'width':400,
			'height':300
		  }

	      // Instanciando e desenhando o gráfico, passando algunas opções
	      var chart = new google.visualization.PieChart(document.getElementById('chart_div'));
	      chart.draw(data, options);

	  }
    </script>
  </head>

  <body>
	<!-- Div onde será criado o gráfico -->
    <div id="chart_div" style="width:400; height:300"></div>

  </body>
</html>

E o resultado obtido:

Algumas considerações: Como podem ter observado, em nenhum momento instalamos nenhuma classe ou componente. Todo processamento para criação do gráfico é executado pelo próprio Google. Portanto para o correto funcionamento será sempre necessário uma conexão com Internet. Mesmo assim, esta solução me pareceu muito eficiente e tem funcionando perfeitamente.

Finalmente, para aqueles que querem começar JÁ a brincar com o Google Charts, não é necessário instalar nenhum ambiente de desenvolvimento. Podemos utilizar a própria plataforma do Google para isso. Através do Google Code Playground podemos testar vários modelos de gráficos e outros componentes do Google, alterar suas configurações e visualizar o resultado. É possível até mesmo executar o código em modo Debug. É uma ferramenta muito poderosa, e porque não divertida!

Pontanto, Hello Chart e mãos a obra!

 

Aplicações web mobile com gráficos em JavaScript com API do Google

Após a vitória do HTML5 na sua batalha contra o Adobe Flash e do funeral do nosso amigo Adobe Flex estive numa constante busca por boas ferramentas para desenvolvimento web, principalmente algo que nos traga a agilidade e produtividade que tínhamos com o Flex. Acredito que nem preciso citar que na atividade de criar gráficos o Flex era um lutador imbatível.

Mesmo com todas suas qualidades, o Flex ainda era dente de leite na categoria web mobile, que foi justamente uma das minhas últimas necessidades. Já a algum tempo tinha engavetado o projeto de criar uma versão mobile para nosso sistema e esta história de HTML5 acabou despertando a chama apagada.

Após comprar os livros “HTML5 – A linguagem de marcação que revolucionou a web” e principalmente “jQuery Mobile” começamos com nosso projeto. A princípio queria um desenvolvimento nativo. Até comecei a estudar o iOS, fiz um curso rápido de Android, mas quando o Windows Phone chegou forte percebi que seria muito trabalho pra uma equipe tão pequena aprender tantas linguagens. Então a decisão foi uma aplicação web, multiplataforma, que poderia atender todas nossas necessidades, visto que nosso sistema é basicamente um dashboard.

Nos surpreendemos com o jQuery Mobile, uma linguagem extremamente simples e poderosa. Sem falar do Codiqa, uma ferramenta fantástica para criar aplicações jQuery mobile com o nosso querido Drag & Drop.

Após definir nossa nova linguagem, veio o principal problema: “Qual componente usaríamos para criar os gráficos?” (aceito sugestões de possíveis componentes). Após um período de pesquisas encontramos alguns componentes gratuitos em javascript mas que possuiam poucas funcionalidades, encontramos alguns pagos porém não tínhamos orçamento para isso, e finalmente chegamos até o bom e velho Google Developers e descobrimos o Google Chart Tools API. Trata-se de uma API executada online que permite criar diversos tipos de gráficos, desde gráficos de Área, Barras, Linhas, até Gauges, Tabelas, Geográficos e Treemap.

Sua utilização é bastante simples. Basta incluir na sua página uma chamada ao arquivo javascript da página do google, criar seu conjunto de dados e executar os métodos correspondentes ao tipo de gráfico desejado, informando em qual div deverá ser criado o componente.

Os gráficos possuem diversas propriedades de customização e a documentação é bastante completa, o que ajuda em muito o trabalho. Porém sem dúvida nenhuma o que mais ajuda no desenvolvimento é o Google Code Playground, onde podemos simular e testar diversos componentes do Google realizando inclusive debug.

Nossa preocupação era apenas que assim como a API do Google Maps, esta também tivesse algum tipo de restrição como por exemplo na quantidade máxima diária de requisições. Porém verifiquei que este limite não existe, entretanto o Google se reserva o direito de bloquear o serviço em caso de uso indevido e abusivo. Bom, esperemos não ter problemas não é mesmo?

Posso afirmar que tem sido muito fácil utilizar estas ferramentas e nosso sistema está ficando ótimo. Já utilizamos gauges, gráficos de linha, área e colunas e até agora não tivemos nenhum problema quanto a desempenho.

Nos próximos post´s explicarei com maiores detalhes como utilizar a API e explicarei algumas customizações que aplicamos para conseguir alguns gráficos mais específicos.

Apple x Google: os números da rivalidade do ano na área de tecnologia

Extraído da Macworld

Para aqueles que acompanham e discutem sobre a rivalidade entre Apple e Google, seguem alguns dados muito interessantes sobre as empresas.