10 funções do Google Chrome que provavelmente você não conhecia

Post adaptado de bitelia.com

Feliz 2013 a todos!
Depois de um pequeno descanso, vamos voltando com tudo!

Aproveitando que estou na onda do GWT (Google Web Toolkit… novidades em breve), vou compartilhar algumas dicas interessantes para se trabalhar com o browser da Google, o Chrome.

chrome

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Desenvolvido um teclado virtual para smartphones baseado em vibrações

Traduzido de ALT1040.
Texto de JJ Velasco.

Hoje em dia ninguém se surpreende em ver um dispositivo com tela touch, tem se tornado algo dentro do cotidiano e não é nada raro dispor de um Smartphone com tela touch ou um tablet. As telas que podemos utilizar hoje em dia nada tem que ver com as telas touch que víamos a alguns anos e nos oferecem uma experiência de uso bastante confortável onde, por exemplo, escrever um Email não é nenhum problema. Se podemos escrever com certa comodidade, se temos que digitar um texto extenso, talvez prefiramos um teclado convencional e ainda que existam acessórios no mercado que permitem acoplar um teclado à um tablet, um estudante da Universidade Goldsmiths de Londres desenvolveu um curioso sistema que nos permitiria escrever sobre um teclado impresso em uma simples folha de papel.

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Os Visionários da Tecnologia

Nestas duas semanas muitas coisas aconteceram no mundo da tecnologia. Tivemos mais um evento de lançamento de novos produtos da Apple, poucas semanas após o lançamento do iPhone 5. Agora para apresentar a nova linha de computadores Apple (como MacBook e iMac) e o tão comentado iPad mini. Vale lembrar que segundo consta, Steve Jobs sempre foi radicalmente contra um iPad de tamanho menor ao tradicional 10 polegadas. Pessoalmente acho interessantíssimo este lançamento, pois proporciona um maior leque de opções aos consumidores, claro sempre mantando o padrão de qualidade Apple, ponto máximo de seus produtos.

Esse aliás foi meu ponto de escolha para devolver meu tablet Motorola Xoom com Android e comprar um iPad. Pois é, eu juro que tentei usar o Android. Mas sinceramente não me pareceu intuitivo, era muito confuso. Sem falar que a versão do Android da época era a 3.1, ainda muito instável. Um dos pontos que justifica essa minha análise, por exemplo, foi que justamente comprei este tablet por ele aceitar a entrada de cartões de memória (além da memória interna do aparelho) o que era exatamente o que estava procurando, pois minha idéia era carregar no tablet as fotos tomadas com minha câmera  Qual não foi minha surpresa ao descobrir que mesmo o hardware tendo o suporte ao cartão de memória, o sistema operacional android não suportava!

Reclamações a parte, além do evento da Apple também tivemos na última semana o movimento do gigante adormecido. Chegou o tão esperado Windows 8 e com ele o Surface, primeira tentativa da história da Microsoft de desenvolvimento de seu próprio hardware. Ok, sabemos que a microsoft fabrica mouse, teclado e alguns outros periféricos. Aliás, foram alguns dos melhores mouses que já tive. Porém a mesmo nunca entrou no mercado de produção de PC´s, sempre tendo esta responsabilidade nas mãos de seus diversos parceiros. Ainda não tive a oportunidade de conhecê-lo, mas segundo alguns comentários aparentemente a Microsoft está no caminho certo.

Steve Jobs e Bill Gates

Me chamou muito a atenção a capa do caderno link de hoje do jornal O Estado de São Paulo onde falam justamente do atual momento destas duas empresas históricas, mais de 30 anos depois de serem fundadas. Com a morte de Jobs e a aposentadoria de Gates, ambas empresas tratam de seguir líderes num segmento cada vez mais competitivo (os coreanos estão chegando) e pelo menos por enquanto sinalizam ainda ter muita lenha para queimar.

Na reportagem foi citado o tão comentado encontro entre Steve Jobs e Bill Gates em 2007 na cidade de Carlsbad na Califórnia na conferência D5. Eles foram convidados para um debate onde se esperavam muitos ataques entre estes dois “concorrentes”, mas na verdade o que houve foi uma divertidíssima e histórica conversa entre dois velhos amigos universitários que criaram do nada uma nova indústria bilionária: a indústria da computação pessoal.

Deixo aqui alguns vídeos do YouTube onde podem rever a conversa entre estes homens históricos:

E para quem quer conhecer ainda um pouco mais sobre o mundo de Jobs, segue também um outro vídeo muito interessante. Trata-se da entrevista do escritor Walter Isaacson pelo programa da Tv Cultura, o Roda Viva em março deste ano. Walter Isaacson é o autor da biografia autorizada de Steve Jobs e esteve ao lado do líder da Apple nos seus últimos anos de vida.

Espero que tenham curtido o post. Um grande abraço a todos!

5 plataformas online para aprender quase qualquer coisa

Traduzido de ALT1040
Texto de Alan Lazalde

A educação formal não é tudo. Claro, a universidade também não. Muito menos agora em tempos de internet e sobre-informação. Em nossos dias, se não é um auto-didata e não aprende de maneira colaborativa, você fracassou como estudante. E, por outro lado, se você não desce do Olimpo dos professores-que-tudo-sabem para se converter em guia e colaborador de seus estudantes, você fracassou como professor. Simples assim.

Na sala de aulas todos devem ser alunos e todos devem ser professores de igual pra igual. Todos compartilhando conhecimento. Novas metodologias de aprendizagem terão que surgir neste sentido. Suponho que os pedagogos terão muito por falar sobre isso. Enquanto isso, na internet as coisas avançam sem freio e só resta seguir alguns princípios básicos, como este que nos ensinou Google: não memorize o conhecimento, o encontre quando necessite.

Quer aprender algo? Bom, espero que alguma destas plataformas te inspire a fazê-lo já. Agregue um pouco de ordem e disciplina pessoal na educação e te fará as coisas mais fáceis.

Que estas páginas em inglês não devam ser um impedimento, existe Google Translate. E dezenas de páginas para aprender idiomas também. Há outras páginas? Melhores? Sem dúvida. O ponto é ter a iniciativa de buscá-los; encontrar-los será o de menos.

1. Coursera

Vídeos, provas, interação com outros estudantes, para aprender ciência, nutrição, matemática, inclusive medicina e até finanças. Coursera conta com mais de um milhão de estudantes de praticamente todo o planeta, e os integra em uma plataforma coerente e seria para a auto-aprendizagem colaborativa.

2. Khan Academy

Aqui temos um pioneiro no rumo das plataformas de aprendizagem online. Khan Academy se distingue pela variedade de seus temas e pela extensão de plataformas sobre as que funciona (recomendo o app para iPad). Além disso você pode se converter em voluntário para fazer legendas de cursos e contribuir para o conhecimento dos outros: assim se forma uma comunidade.

3. Udacity

Autonomeada a universidade do século XXI, Udacity é uma plataforma para aprender resolvendo desafios, com projetos guiados por alguns dos melhores instrutores do planeta (de verdade). “Colocamos o estudante no centro do universo”, e já são mais de 100 mil os estudantes envolvidos em seus cursos: basicamente de ciências da computação. Udacity é inspirador.

4. edX

MIT, Harvard e Berkeley unidos em uma mesma plataforma de cursos online herdeiras das glórias de MIT Open Course Ware. Até agora os cursos são poucos, mas sugiro seguir de perto esta plataforma que promete nos surpreender com sua estupenda interface de usuário. Os cursos funcionam por assinatura.

5. ck12

Com um excelente desenho, ck12 apresenta dezenas de cursos de quase qualquer área do conhecimento para alunos de educação básica. O faz através de recursos interativos, livros online, enfocados em conceitos e exercícios, que além disso funcionam em qualquer plataforma ou dispositivo móvel. Necessitamos mais páginas como esta.

5 formas de ganhar experiência profissional sem um trabalho

Traduzido de ALT1040
Texto de Pepe Flores

Parece contraditório, eu sei, mas é possível. Para muitos jovens que saltam ao mercado de trabalho, a experiência é um dos itens que muitas vezes dificultam a sua entrada em novos trabalhos. Não apenas é um problema para quem busca ser contratado por uma empresa; para os trabalhadores autônomos, também é um inconveniente não ter um portfólio de clientes. Entretanto, há muitas maneiras de adquirir esta valiosa experiência sem necessidade de ter um trabalho de meio tempo ou ser estagiário em alguma companhia. Aqui estão apresentadas cinco maneiras de fazê-lo:

1. Ofereça seu trabalho pro bono

A expressão latina pro bono público significa “pelo bem público”. É uma forma para designar os trabalhos que são feitos de forma voluntária e sem esperar remuneração. São muito comuns na área jurídica, sobre tudo nos Estados Unidos, oned os advogados devem cumprir pelo menos 50 horas de trabalho pro bono. Se usa, sobre tudo, em disputas de ordem público ou para ajudar a pessoas que não tem recursos suficientes para pagar honorários.

No caso de outros ofícios e profissões, o trabalho pro bono não apenas apoia a quem necessita, senão também te dão uma valiosa experiência e te ajudam a fazer redes de contatos. Centenas de organizações não governamentais necessitam de uma página web, um aplicativo móvel, uma campanha publicitária, um redesenho de imagem, um evento de arrecadação, entre outras carências. é uma forma útil de fazer uma bom portfólio, de ajudar a alguém mais, e muitas vezes, se envolve o suficiente no projeto, que te abre as portas a mais trabalhos similares.

2. Participe de uma maratona

Não me refiro as maratonas tradicionais, mas as que pões à prova suas habilidades. Para o pessoal de TI, os hackatons são uma forma muito útil de fazer contatos, aprender mais e criar novos projetos. Estes eventos te dão a oportunidade de pensar em soluções para problemas reais, algo que em praticamente qualquer área profissional (e da vida cotidiana), será de muita utilidade para você. O mesmo encontra um par de pessoas interessadas em temas similares aos seus e criam um início de algo maior.

Outra maratona que não deveria perder de vista são os editatones de Wikipedia. No México, Wikimedia tem preparado um por mês. Se o que você gosta é escrever, é uma forma excelente de refinar seu estilo e colaborar com a comunidade. Tem espírito empreendedor? Então busque um Startup Weekend ou um evento similar para se reunir com mais gente para planejar uma empresa nova. Muitas vezes (a maioria), apenas ficam em esboços, mas isso pode te ajudar a esclarecer o que é o que quer fazer mais adiante e ir se especializando.

3. Ofereça (e faça) cursos

Estou certo que tem alguma habilidade que te diferencia ou algo que sabe fazer com muita facilidade ou maestria. Aproveite e ofereça um curso. Muitas vezes, as cidades tem espaços culturais que te permitem criar oficinas gratuitas – ou se acha que pode cobrar, tente – . Sempre terão pessoas dispostas a aprender novas habilidades. Estes cursos te ajudarão a melhorar sua facilidade de palavra, sua interação social e, além disso, será muito bem visto no seu currículo.

O mesmo se aplica no outro lado. Se tem o tempo de fazê-lo, inscreva-se a um curso de algo que te interessa. As habilidades que adquira serão úteis quando sair para o mercado de trabalho; e muitas vezes, farão a diferença. Tenho um amigo ilustrador que, graças a um lugar onde colaborou, aprendeu muitas técnicas de animação. Hoje é trabalhador autônomo e não lhe falta trabalho, além de que cobra muito bem por seu trabalho devido a isso.

4. Una-se a uma associação

Se está na universidade, corra para se unir a alguma associação estudantil ou grupo universitário. Pode ser crucial no seu futuro. Por exemplo, quando eu ia pra universidade, formei uma associação de rádio. Durante três ou quatro anos participei, em um terreno amador; porém, foi suficiente para que, ao entrar, minha experiência fosse levada em consideração para trabalhar como locutor. Estes grupos te dão a oportunidade de fazer muitas coisas, que resultam em experiência valiosa para o mundo real.

Se já está fora, tente com uma organização não governamental ou uma associação civil. Isto sim: leve em consideração o tempo que tem disponível, pois muitas vezes necessitarão aplicar bastante esforço. Ainda assim, formar parte de estes organismos te darão a chance de influenciar em temas públicos, e por sua vez obterá experiência de campo que poderá aplicar em outro lugar, ou, se você se apaixonar por esse trabalho, continuar por esse caminho.

5. Participar em um concurso

Parece ser mais difícil do que é, na verdade. Se você mergulhar um pouco a buscar pro inscrições, perceberá que há dezenas de concursos onde pode participar. Quem sabe ache que não tem muita oportunidade perante a quantidade de competidores, mas a verdade é que não é tanta gente que entra, o que aumenta suas possibilidades. Porém, não se decepcione se não ganhar; o importante é tentar para ir melhorando. O mesmo com as competições: podem dar muita experiência e uma grande bagagem.

Além disso, entrar em concursos te obriga a criar material inédito, o qual pode utilizar depois como uma amostra no caso de que deve ensinar o que sabe fazer. Em algumas situações, receberá um certificado de participação; e no melhor dos casos, conseguirá a satisfação de um prêmio, e de sobra, uma estrela a mais no seu currículo. Tudo conta.

 

 

 

 

 

Telenor se une a Telefonica em BlueVia e aos pagamentos integrados

Traduzido de ALT1040.

Texto de Carlos Rebato

BlueVia é uma das iniciativas mais interessantes que Telefonica tem apresentado no campo das aplicações móveis. Isto, unido ao seu sistema de pagamento integrado perante o qual o usuário pode pagar as aplicações de maneira transparente com sua fatura, são duas vias para facilitar aos desenvolvedores gerar entradas mediante o uso de APIs. Agora, a companhia acaba de anunciar que Telenor, o gigante das telecomunicações norueguês, acaba de se somar ao projeto.

 

O acordo aumenta exponencialmente as possibilidades de BlueVia e faz que esteja disponível para um número muito maior de usuários. BlueVia apresenta várias APIs, entre as principais se destacam: Payment API, que permite como mencionávamos carregar qualquer tipo de custo na fatura (com a consequente despreocupação por parte do cliente de ter que proporcionar dados extras); SMS API, que permite enviar mensagens aos usuários ou recebê-las por parte dos mesmos; MMS, similar mas com este protocolo, e User Context (Customer Info API), que permite conhecer dados do usuário como conexão e tipo de dispositivo que está usando.

Inicialmente a união de Telenor a BlueVia se concentrará na Paymente API, permitindo a desenvolvedores que suas aplicações e serviços funcionem sobre a infraestrutura de BlueVia enquanto compartem as entradas geradas. Ainda que esta seja a intenção principal no momento, ambas companhias não descartam que no futuro sejam lançadas novas APIs dirigidas a outras áreas de mercado.

Enquanto se desenvolvem outras iniciativas como Firefox OS, que apontam a mercados emergentes com pouca penetração no mercado de aplicações e onde o feito de ter uma base de dados com cartão de crédito é fundamental. Assim, perante a união entre Movistar e BlueVia se resolva este problema, apresente também em uma escala maior como em Google Play, onde a porcentagem de entradas em aplicações de pagamento é muito baixa.

As intenções de Telefonica com BlueVia fica claro então que vão muito mais além do mercado internacional da companhia, senão que converge dentro de uma visão muito mais global. Que Telenor suba ao carro é sem dúvida um grande passo, veremos se dará seus frutos.

Nunca é muito tarde (nem cedo) para aprender a programar

Traduzido de ALT1040
Texto de Pepe Flores

Não seu programador. Ainda que me pareça fascinante o mundo da informática, quando tentei aprender uma linguagem de programação por conta própria, terminei abandonando por uma quantidade inumerável de pretextos. Que não tenho tempo, que é complicado, que tem muita informação para processar. Desculpas. Programar é algo que qualquer pessoa pode fazer (mas não qualquer tem a disposição de aprender). Requer criatividade, inteligência, curiosidade e esforço. Necessita paixão, imaginação, planejamento e improvisação. Mas, mais que nada, se deve ter vontade, como em toda atividade humana.

Faz um ano iniciei uma start-up com uns amigos. Me cerquei de uma equipe excepcional de programadores. Durante os meses de desenho do software, aprendi centenas de lições valiosas, impossíveis de resumir em algumas poucas linhas. Mas, antes de tudo, descobri que o trabalho do programador não perde nada em criatividade de um artista ou a disciplina de um matemático. É a pura faísca de criação, o converter de uma ideia em algo plausível, executável, real. Como diria outro amigo, se convertem litros de café em linhas de código, e as linhas de código em um programa novo, vivo.

Durante esta etapa, entendi como pensar (um pouco) como desenvolvedor. Se aprende a olhar as coisas desde outra perspectiva, desde como fazer possível algo com os recursos que se conta. A observar as possibilidades, a convertê-las em uma série de passos para executar algo, encontrar soluções. Quem tenha criado um software sabe das noites sem dormir e das listas de requerimentos quilométricas. Se aprende a pensar um passo adiante, porque o usuário final, em sua inteligência desajeitada, é capaz de encontrar uma imperfeição, um erro, um conflito em um sistema que consideramos a prova de tolos. Tem que prevenir antes de lamentar.

Não aprendi a programar em nenhuma linguagem, mas sim o mínimo de algumas. E, sobre tudo, a lógica que existe por trás. Isso é importante, porque como diria Arthur C. Clarke, “qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da magia”. Para muitos, o que faz o computador, o telefone ou qualquer dispositivo nos pode parecer questão de feitiçaria. Não é. É resultado de esforço e a mente de milhares de pessoas. Entender os conceitos por trás desta aparente magia nos ajuda a ser mais críticos, mais analíticos, mais compreensivos. Inclusive, mais curiosos e arriscados. Assim como a ciência nos ajuda a entender a natureza, a informática nos explica este mundo virtual que nos rodeia.

Faz um par de dias, li que ensinar a programar aos filhos será equivalente a ensinar a andar de bicicleta. Concordo. Programar vai mais pra lá de escrever linhas e linhas: é uma forma de entender o mundo como criador. Por isso penso que este pensamento crítico deve ser ensinado desde o berço, mas também, que é uma habilidade indispensável para qualquer pessoa. Não necessitamos ser o seguinte Stallman, Torvalds ou Gates. Basta com que, por simples curiosidade, necessidade ou atrevimento, nos animemos a descifrar estas frases aparentemente ininteligível que lhe dão forma a nossa realidade virtual. Nunca é muito tarde (nem muito cedo) para começar.

Utilizando o Google Charts – Parte 1: Hello Charts

O Google Charts é uma poderosa ferramenta JavaScript para criação de diversos tipos de gráficos e que são facilmente implementados em páginas HTML, proporcionando uma excelente apresentação visual e que não requer instalação de componentes, uma vez que toda informação é processada pelo próprio Google.

Neste primeiro post abordarei a criação de um simples gráfico de pizza (ou torta, já que o nome em inglês é PieChart) mostrando como chamar a API, definir o tipo de gráfico e setar seus valores.

Para criar um gráfico são necessárias basicamente três bibliotecas: a API Google JSAPI, a biblioteca Google VIsualization e a biblioteca referente ao gráfico desejado. Estas bibliotecas podem ser carregadas utilizando as tags <script> na sua página HTML, da seguinte forma:

<!-- Carregando API JSAPI -->
<script type="text/javascript" src="https://www.google.com/jsapi"></script>
<script type="text/javascript">

  // Carregando a biblioteca Visualization e a biblioteca piechart
  google.load('visualization', '1.0', {'packages':['corechart']});
  google.setOnLoadCallback(drawChart);
  // ... criação do gráfico ...
</script>

O método load() possui os seguintes parâmetros:
‘visualization’: Carregando a biblioteca Google Visualization
‘1;0’: Versão atual da biblioteca
packages: lista com os nomes dos pacotes de gráfico desejados. O pacote ‘corechart’ é o mais básico, onde estão os gráficos do tipo pie, bar e column. Outros tipos de gráficos mais complexos fazem partes de outros pacotes, bastando apenas definir os pacotes desejados, como por exemplo o pacote de gráficos tipo tabela:

google.load('visualization', '1.0', {'packages':['corechart','table']});

A linha seguinte define qual método será chamado (drawchart) após a confirmação de resposta do google ao método load().

O próximo passo é definir o conjunto de dados para formar nosso gráfico. Para isso o pacote Visualization possui a classe DataTable que é uma tabela bidimensional, com linhas e colunas, onde cada coluna possui um tipo de dado, um ID opcional e um label opcional. Existem várias formas de se criar um DataTable e vamos explorar isso melhor em um próximo post.

Os dados no DataTable precisam estar organizados em um formato esperado pelo gráfico. Os gráficos mais simples como os tipos barra e coluna, necessitam de um tabela com no mínimo duas colunas, onde cada linha da tabela representará uma barra do gráfico. A primeira coluna da tabela sempre representará os textos descritivos do gráfico (ou seja, nosso eixo X no caso de um gráfico de colunas) e a segunda coluna representará os valores do gráfico (eixo Y no caso de um gráfico de colunas). Casa coluna adicional da tabela representaria uma distinta série em nosso gráfico, no caso de gráficos com múltiplas séries, mas isto também será tema de um futuro post.

A seguir um exemplo de código para popular um DataTable:

var data = new google.visualization.DataTable();
data.addColumn('string', 'Região');
data.addColumn('number', 'Filiais');
data.addRows([
  ['Norte', 3],
  ['Nordeste', 7],
  ['Sul', 12],
  ['Sudeste', 23],
  ['Centro-Oeste', 9]
]);

Todo gráfico pode ser customizado de diversas formas, e com os componentes do Google Charts não é diferente. Para configurar as customizações basta criar um objeto JavaScript com o nome e valor da propriedade desejada. Cada gráfico pacote possui uma série de propriedades e podem ser visualizadas na documentação dos gráficos, assim como as opções disponível para o PieChart. A seguir um exemplo de como definir a posição da legenda, o título do gráfico, opções de 3D e tamanho do gráfico.

var options = {
  'legend':'left',
  'title':'Vendas Por Região',
  'is3D':true,
  'width':400,
  'height':300
}

A respeito do tamanho do gráfico, podemos especificar esta propriedade em dois lugares: no HTML através do elemento <div>, ou nas opções do gráfico através do javascript. Se for especificado em ambos, o gráfico sempre vai tender a usar os tamanhos definidos no HTML, e se não for especificado, o gráfico pode não ser renderizado adequadamente.

O último passo é desenhar o gráfico. Para isso basta criar uma instância da classe do gráfico e executar o método draw(). Neste caso a classe utilizada é google.visualization.PieChart. O método construtor da classe do gráfico necessita de apenas um parâmetro, a referência ao elemento onde o gráfico será criado.

var chart = new google.visualization.PieChart(document.getElementById('chart_div'));

Portanto neste caso é necessário criar um elemento HTML (normalmente um <div>) e atribuí-lo um ID, para que este possa ser referenciado no construtor da classe. Finalmente basta executar o método draw(), que possui dois parâmetros. O primeiro é o DataTable, o objeto que contém os dados do gráfico, e o segundo é o objeto options, com as configurações de customização. O segundo parâmetro não é obrigatório.

Parabéns! Você acabou de criar seu primeiro gráfico utilizando o Google Charts Tools.

Abaixo está disponível o código completo (HTML e JavaScript) deste exemplo:

<html>
  <head>
    <!-- Carregando a API AJAX -->
    <script type="text/javascript" src="https://www.google.com/jsapi"></script>
    <script type="text/javascript">

      // Carregando a API Visualization e os pacotes de gráficos
      google.load('visualization', '1.0', {'packages':['corechart']});

      // Configurando o método que será executado quando a API for carregada
      google.setOnLoadCallback(drawChart);

      // Método onde será criado o DataTable,
      // configurado e inicializado o gráfico.
      function drawChart() {

	      // Criando o DataTable
	      var data = new google.visualization.DataTable();
		  data.addColumn('string', 'Região');
		  data.addColumn('number', 'Filiais');
		  data.addRows([
			['Norte', 3],
			['Nordeste', 7],
			['Sul', 12],
			['Sudeste', 23],
			['Centro-Oeste', 9]
		  ]);

	      // Opções de customizaçaõ
	      var options = {
			'legend':'left',
			'title':'Vendas Por Região',
			'is3D':true,
			'width':400,
			'height':300
		  }

	      // Instanciando e desenhando o gráfico, passando algunas opções
	      var chart = new google.visualization.PieChart(document.getElementById('chart_div'));
	      chart.draw(data, options);

	  }
    </script>
  </head>

  <body>
	<!-- Div onde será criado o gráfico -->
    <div id="chart_div" style="width:400; height:300"></div>

  </body>
</html>

E o resultado obtido:

Algumas considerações: Como podem ter observado, em nenhum momento instalamos nenhuma classe ou componente. Todo processamento para criação do gráfico é executado pelo próprio Google. Portanto para o correto funcionamento será sempre necessário uma conexão com Internet. Mesmo assim, esta solução me pareceu muito eficiente e tem funcionando perfeitamente.

Finalmente, para aqueles que querem começar JÁ a brincar com o Google Charts, não é necessário instalar nenhum ambiente de desenvolvimento. Podemos utilizar a própria plataforma do Google para isso. Através do Google Code Playground podemos testar vários modelos de gráficos e outros componentes do Google, alterar suas configurações e visualizar o resultado. É possível até mesmo executar o código em modo Debug. É uma ferramenta muito poderosa, e porque não divertida!

Pontanto, Hello Chart e mãos a obra!

 

Como abrir o Absinthe 2.o no Mountain Lion

Aqui vai uma dica para quem deseja fazer o Jailbreak no seu dispositivo iOS 5.1.1 e já atualizou seu Mac para o novo sistema operacional OS X 10.8 Mountain Lion. Aparentemente este problema é devido à última versão do Absinthe ter sido disponibilizada quando o Mountain Lion ainda estava em sua versão beta.

O problema apresentado é que ao executar o Absinthe, nada acontece! Ao clicar no ícone do aplicativo, sua interface não é carregada.

Mas antes, vale lembrar que a nova versão do sistema para desk’s e note’s da apple possui uma nova central de segurança, o Gatekeeper, que por padrão inibe a execução de alguns aplicativos, permitindo apenas que softwares baixados pela Mac Apple Store e de desenvolvedores identificados sejam executados. Portanto ao executar o Absinthe a seguinte mensagem será exibida:

Nome do app” não pode ser aberto porque procede de um desenvolvedor não identificado.
Suas preferências de segurança permitem apenas a instalação de aplicativos da Mac App Store e de desenvolvedores identificados.

Para permitir sua execução basta entrar em Preferências do Sistema…, Segurança e Privacidade, clicar no cadeado abaixo para permitir alterações (é necessário entrar com sua senha de administrador), e mudar a opção “Permitir aplicativos transferidos de:” para “Qualquer lugar”. Pronto! Não esqueça de fechar novamente o cadeado!

Agora para executar o Absinthe, após baixá-lo e abrir seu pacote de arquivos, basta clicar com o botão direito sobre o ícone do Absinthe e clicar na opção Mostrar Conteúdo do Pacote. Será aberta uma pasta com os arquivos internos do aplicativo. Em seguida navegue por Contents e depois MacOS. Por fim basta clicar com o botão direito no arquivo Absinthe-10.6 e escolher a opção Abrir Com, Terminal.

Em seguida será aberta a interface gráfica do aplicativo Absinthe. É só executar o Jailbreak e curtir seu novo dispositivo.

Para quem tenha alguma dificuldade, segue um link para um vídeo passo a passo disponibilizado pelo iDownloadBlog.

Abraço a todos!

10 plataformas inovadoras para aprender a programar

Traduzido de ALT1040

Se não aprendemos a programar, nos arriscamos a ser programados… Programe ou seja programado. – Douglas Rushkoff

Acho que para todos aqui está claro que a educação formal, inclusive a universitária, está defasada se não totalmente ultrapassada pela Internet. Com isso me refiro a que a educação formal não aproveita – e as vezes nem sequer re(conhece) – para seu benefício as ferramentas técnicas e metodológicas que a Internet nos está fornecendo. Falo de ferramentas que facilitam e potencializam a aprendizagem em términos colaborativos, massivos, autônomos, inovadores, críticos, ágeis, evolutivos, usáveis e demais.

Não é um assunto fácil o avanço da tecnologia. A educação formal é um gigante que requer uma quantidade enorme de energia para mover um passo. Com os estudantes, sobre tudo entre a geração que nasceu com a Internet, é diferente: hábil para a sobre-informação, as mudanças rápidas e a educação absolutamente informal, de aprendizagem invisível. E justamente por isso é que as instituições universitárias deveriam imitar uma ou mais das seguintes plataformas de aprendizagem, especializadas no ensino da programação mas não menos úteis para outras áreas do conhecimento, só basta imaginá-lo um pouco.

1. Codecademy

Com uma interface limpa e mensagem clara: Aprenda a fazer código. Ponto. Como? A proposta é com JavaScript, a linguagem nativa dos navegadores web, ainda que também conte com outras ferramentas essenciais para fazer web como HTML5 e jQuery. Também é possível criar seus próprios cursos, fazer comunidade, ganhar reputação, inclusive ganhar condecorações sociais por suas conquistas. Codecademy tem um enorme potencial.

2. Try Ruby

Creio que não me equivoco ao dizer que a comunidade em prol da linguagem Ruby tem os tutoriais de aprendizagem de programação mais lindos e divertidos de todos. Por exemplo o famoso Hackety Hack e os espirituais Ruby Koans. Por sua parte, Try Ruby, é um tutorial interativo, quase como um conto programável, que convida a descobrir esta bela linguagem. Eu não pensaria duas vezes e me daria uma oportunidade de aprender Ruby o quanto antes.

3. Skillshare

“Aprenda o que seja de quem seja, onde seja”. Esta é a promessa de uma plataforma que conecta uma rede de nós professor/aluno, pessoas que aprendem e ensinam também a programar através de cursos onde a aprendizagem é guiada por uma comunidade.

4. Programr

Programe agora mesmo Java, PHP, C++, Python e mais linguagens de programação em seu navegador, sobre três princípios básicos: aprenda, codifique e comparta. A interface não é a mais bela, porém em termos estruturais funciona bem. Seus desafios de programação são uma excelente ideia.

5. Team Tree House

Sobre o lema “O que quer aprender hoje?”, Team Tree House oferece cursos on-line, baseados em vídeos curtos, muito bem explicados e sequenciados, sobre programação web e programação de dispositivos móveis com iOS. É necessário pagar uma assinatura para ter acesso a todos os materiais, que com certeza se atualizam e crescem com frequência. Me encanta que utilizem condecorações e que estas sejam um indício de uma educação que vai mais longe do que títulos universitários.

6. Code School

“Aprenda fazendo” é uma plataforma apoiada por IBM, Github, AT&T, cheia de cursos on-line, também orientada para a gameficação da educação. O desenho da página é fabuloso. Merece um artigo a parte para discutir sobre o futuro da educação da programação.

7. Khan Academy

Esta plataforma é o YouTube da educação on-line, repleta de vídeos de aulas completas de programação e muitos outros temas. Apesar de que em comparação com as outras plataformas Khan Academy parece tradicional, o mais importante é que funciona (inclusive em móveis).

8. Hackasaurus

Mozilla sempre está preocupada pela educação em torno da web aberta, baseada em padrões, com o navegador como laboratório de idéias cozinhadas com HTML5. Hackasaurus é uma atrativa tentativa de levar esta aprendizagem a outro nível, quase como os blocos de Lego, onde a programação é construir, misturar, experimentar: um ato absolutamente criativo.

9. Stanford University

Aqui não tem mais do que vídeos e apresentações tradicionais. Porém no fundo temos um esforço acadêmico imenso dos professores da Universidade de Stanford em oferecer de maneira coerente o que alguns vêm como o melhor curso de programação de aplicações móveis para iOS na rede. Seria incrível uma versão massiva como o curso de inteligência artificial que Norvig y Thrun deram no final do ano anterior.

10. P2P University

Todos professores, todos alunos: educação P2P, entre iguais. Educação colaborativa, construída por comunidades de entusiastas, com espírito de código aberto e cultura livre. Como conceito é maravilhoso; como implementação segue em constante evolução, muito orgânica. Aqui encontrará excelentes cursos de programação, alguns de temas raros, mas todos interessantes.