Traduzido de ALT1040

O desenvolvimento da primeira interface cérebro-computador sem fio teve resultados positivos em animais. O próximo passo poderia ser os primeiros testes em seres humanos. A idéia é estudar os casos de pessoas com transtornos cerebrais e encontrar novas soluções.

Primeira interface cerebro-computador sem fio

Uma equipe de investigadores da Universidade de Brown desenvolveram a primeira interface cérebro-computador (BCI) sem fio. Depois de 13 meses de testes com êxito em macacos, o objetivo do projeto é começar a testar o dispositivo em seres humanos.

Fabricadas de titânio hermeticamente fechado, este novíssimo sistema BCI não precisa de uma conexão direta com um equipamento, de modo que o usuário não deve estar sujeito a uma cadeira e pode se mover livremente.

As BCI (Brain Computer Interface) constituem uma tecnologia que se baseia na aquisição de ondas cerebrais que logo são processadas e interpretadas por um computador. Uma tecnologia que estabelece o caminho para interagir com o exterior através de nosso pensamento, já que essas interfaces permitem transforma-los em ações reais em nossa volta.

A interface é parecida a um marcapaso, com uma bateria que se pode recarregar, um circuito de carga indutiva, um chip que digitaliza a informação do cérebro e uma antena para transmitir essa informação para um equipamento.

Em seu interior, o BCI está conectado a um pequeno chip com 100 eletrodos que, neste estudo, foram incluídos no córtex somatosensorial ou córtex motor. Estes 100 eletrodos produzem uma grande quantidade de dados que o BCI transmite a 24 Mbps através de uma banda de 3.8GHz a um receptor que está a um metro de distância.

Além disso, os investigadores falam de uma interface portátil que consome relativamente pouca energia e que demora apenas duas horas para carregar para ter uma autonomia de seis horas de uso. Esta possibilidade é que se aponta como um dispositivo viável para sua utilização.

O fim uma vez aprovado com êxito em animais são os testes com humanos. A idéia é estudar os casos de pessoas com transtornos cerebrais e encontrar novas soluções.

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