Lançamento da sonda Juno

Na última sexta-feira desde Cabo Canaveral, na Flórida (EUA), foi lançado o foguete Atlas 5 com direção a Júpiter. Mas o mais importante é o conteúdo do foguete: a sonda espacial Juno, que será responsável pelo estudo do maior planeta do nosso sitema solar.

Porém o que poucas pessoas sabem é que o sucesso desta e outras missões está nas mãos de uma latina: a colombiana Adriana Ocampo, nascida em Barranquilla (terra da cantora Shakira).

Adriana é filha de um oficial da Armada colombiana, passou parte de sua infância em Buenos Aires até sua família ser transferida para a Califórnia, onde desde os 16 anos está diretamente ligada a Nasa, onde hoje ocupa o cargo de diretora do programa Novas Fronteiras, no Diretório de Ciências Planetárias.

Entre outros méritos de Adriana se destaca ter participado da equipe que descobriu o cratera gigante gerada pelo impacto do meteorito de Chicxulub, em Yucatás, que causou a extinção massiva dos dinossauros no período cretáceo-terciário.

“O primeiro filho do sistema solar, Júpiter é tão grande como guloso: engoliu mais de duas vezes a massa correspondente à seus outros irmãos, incluindo a Terra, em sua tentativa fracassada de se tornar uma estrela. Hoje é um gigante de gás que nos protege contra os maiores asteroides, mas até agora tem se recusado a revelar do que é feito ou como e onde se formou.

Juno e Júpiter

Tecnologia verde

A sonda Juno será a nave espacial mais rápida na história da humanidade. Ela viajará a “apenas” 270.000 km/h, porém o mais interesante é o fato de que não será impulsada por combustível nuclear, mas sim por três painéis solares de 9 metros de largura, que girarão constantemente, como pás de um moinho de vento.

Juno chegará a Júpiter em 2016 e foi contruída para sobreviver a letal radiação jupteriana e fará durante aproximadamente um ano 32 órbitas sobre júpter, a uma altura de aproximadamente 4.800 km, sobre as densas nuvens do planeta. Entre suas principais responsabilidades está medir a quantidade de amoníaco e água presentes na atmosfera do planeta e determinar se possui um núcleo sólido.

Entre todos seus estudo o mais importante será medir a quantidade de água presente em Júpiter. Se o planeta se formou onde está localizado hoje, deverá ter duas vezes mais água que o Sol, porém case tenha se formado à beira do sistema solar e depois migrado para dentro, sua quantidade de água sería muito menor.Isto est´å diretamente direcionado com a formação de todos os planetas e com a aparição de vida na Terra.

Mais informações: El Tiempo

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